sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MILÃO - SEGUNDO DIA



Depois do café da manhã seguimos para a Estação Repubblica e fomos até a Praça Duomo pela linha 3 (amarela) do metrô.

A Catedral, em estilo Gótico, é imensa e tem cerca de 157 m de comprimento, 109 m de largura e chega a uma altura de 45 m. É repleta de vitraux e o piso é formado por lindos mosaicos.

Sua construção começou em 1386 e levou muitos anos para ser concluída.

O ponto alto da visita ao Duomo é a subida até o seu terraço que pode ser feita pela escada ou de elevador. Ainda pelo cansaço do dia anterior resolvemos comprar os ingressos com esta segunda opção.

O ingresso para a visita interna + o acesso ao terraço pelo elevador + museu Duomo (que entra como venda casada, pois não dá para excluir) custa 15,00 euros por pessoa.

A vista do terraço é fantástica e mostra uma visão panorâmica da Praça Duomo e da cidade.

Depois de uma rápida passada pela Galeria Vitório Emanuele II, que tem lojas de todas as grandes griffes mundiais, pegamos a linha 1 (vermelha) do metro para ir até o Castelo Sforzesco e ao Parco Sempione.

O transporte público em Milão é muito eficiente e conta com ônibus, metrô e bonde nas áreas urbanas e ainda tem os trens para fora da cidade e aeroportos.

Optamos por comprar um bilhete diário (biglietto giornaliero) que custa 4,50 euros por pessoa e é válido por 24 horas. Com este bilhete fizemos todo os deslocamentos do dia e usando ônibus, bondes e metro por diversas vezes.

No final da tarde fomos até o bairro boêmio Navigli usando o bonde, o que também pode ser feito de metrô pela linha 2 (verde). O bairro é repleto de bares e restaurantes localizados às margens do canal Navigli Grande.
Para nossa surpresa os canais, embora já estejam assoreados em alguns pontos, tinham águas limpas e transparentes e até tinham bastante peixes o que atesta a qualidade da água.

No retorno passamos novamente pela Praça Duomo para umas fotos noturnas e voltamos ao hotel pela linha 3 do metrô. Nas imediações do hotel tem vários restaurantes para um jantar de fechamento do dia.

Amanhã partimos cedo com destino a Verona de trem.



Panorâmica da Praça do Duomo
Parte dos fundos do Duomo

Vista da subida ao terraço do Duomo

Vista do alto do terraço do Duomo

Torres do terraço

Torres do terraço

Detalhes do terraço do Duomo com o congestionamento de turistas

Fachada da Galeria Vittorio Emanuele II vista do terraço do Duomo



Vista da fachada e lateral do Duomo
Torre do Castelo Sforzesco

Interior da Galleria Vittorio Emanuelle II

Arco localizado no Parque Sempione

Parque Sempione

Arco localizado no Parque Sempione

Chafariz na entrada do Castelo Sforzesco
Canal do Bairro Navigli

Canal do Bairro Navigli
Chafariz na entrada do Castelo Sforzesco


Panorâmica noturna da Praça Duomo






quinta-feira, 29 de setembro de 2016

MILÃO - PRIMEIRO DIA

Depois de mais de 23 horas desde Florianópolis até Milão e considerando os trechos Fpolis–São Paulo–Roma–Milão e o tempo gasto nas conexões, finalmente chegamos ao Aeroporto de Malpensa que fica a mais de 50 km do centro de Milão.
O trecho São Paulo–Roma foi feito pela Alitália com um Boeing 777 aparentemente bem mal cuidado, com bancos duros, apertados, com pouca inclinação e bem desconfortáveis. Para complicar os assentos tinham um encosto de cabeça muito espesso que empurrava a cervical dos passageiros para a frente. Só vendo para acreditar. Por isso registrei a foto abaixo.


Basicamente são três as alternativas para ir do aeroporto até o centro: de táxi (cerca de 90 Euros) de ônibus (8 euros por pessoa) ou de trem (12 euros por pessoa). Optamos por este último por ter a melhor relação custo benefício e levamos cerca de 1 hora até a Stazzione Centrale que fica a pouco mais de 1 km do hotel que nos hospedamos (Ibis Milano Centro), no bairro Repubblica

Esse trajeto fizemos de táxi (7 euros) mas também poderia se feito de metrô pela linha 3 (amarela) que tem a estação República a 350 m do hotel, mas com duas malas e 2 mochilas e considerando o cansaço da viagem ficou mais tranqüilo fazer este trajeto de táxi.

Como chegamos no início da tarde, resolvemos dar uma caminhada pelos arredores do hotel e conhecemos o Giardini Indro Montanelli, um parque urbano que normalmente não está entre os destinos dos turistas e guardamos um pouco de energia para o dia seguinte quando vamos conhecer os pontos turísticos tradicionais de Milão.

Fachada da Stazione Centrale
 
Palazzo Dugnani localizado no Giardini Indro Montanelli
 
Pit Stop para provar a birra de Milão

Prédio histórico

Bondinho típico de Milão